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Argumentos para a CPI da Saúde A líder do PT na Câmara Legislativa, deputada distrital Erika Kokay, pediu oficialmente aos colegas apoio para a criação de uma CPI da Saúde da Casa. Argumentos não faltam. Além do resultado da auditoria do Ministério da Saúde, que apontou que o GDF tem aplicada no BRB boa parte do recurso que deveria ser usado na manutenção de programas da área, a distrital enumerou outras ações suspeitas na rede. Uma delas também trata de investimentos. Do início deste ano até agora, o GDF investiu na Saúde R$ 12,8 milhões. O dinheiro foi gasto em reforma e construção de postos de saúde, compra de equipamentos, instalação de laboratórios e medidas semelhantes. Entretanto, foram pagos à Real Sociedade Espanhola de Beneficência no mesmo período nada menos que R$ 14,4 milhões. “Estamos enfrentando não apenas a gripe suína mas a gripe espanhola, vinda da Real Sociedade”, provocou Erika. Outra ação suspeita, de acordo com os distritais, é a terceirização da gráfica da Secretaria de Saúde. Levantamento da Casa revelou que a impressão dos papéis necessários à rotina dos profissionais da área custam hoje ao GDF R$ 0,30 a folha, pagos à empresa responsável por essas impressões. Caso esses documentos fossem impressos na própria gráfica da Secretaria, custariam R$ 0,03. CPI sem assintauras A CPI da Saúde, claro, esbarra no obstáculo numérico da Câmara Legislativa. Conseguiu assegurar apenas cinco das oito assinaturas exigidas para que possa ser instaurada - os quatro petistas e o distrital José Antônio Reguffe (PDT). (Fonte: Blog da Paola - www.blogdapaola.com.br)
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