1º de maio:
parabéns a todos os trabalhadores!
    “Defender incansavelmente as trabalhadoras e os trabalhadores brasileiros. Foi com esse objetivo que o Partido dos Trabalhadores nasceu, há 29 anos, e essa continua sendo a razão da existência do PT e a principal bandeira de nossos mandatos parlamentares. Neste momento, travamos uma luta árdua com os setores conservadores que tentam retirar direitos conquistados e massacrar a classe trabalhadora, como o congelamento pelo GDF de salários e corte de benefícios legítimos dos servidores públicos.”
Deputada Erika Kokay, líder do PT na Câmara Legislativa
   

   “Nossa homenagem a todos os trabalhadores e trabalhadoras do DF que – ainda sem valorização e reconhecimento – desempenham seu trabalho e servem a todos os cidadãos. Funcionários públicos, de empresas privadas, concursados, no dia de hoje, todos são iguais. E todos merecem o nosso respeito.” Deputado Patrício


    “O dia do trabalhador é uma data para comemoração e reflexão. Deve ser comemorada, pois é a força dos trabalhadores que faz o país crescer e, conseqüentemente, melhorar a qualidade de vida da população. Mas sem perder de vista a reflexão de que os trabalhadores, que sustentam o Estado, devem ter desse mesmo Estado a contrapartida em benefícios e prestações sociais, como tem feito o Governo Lula.” Deputado Chico Leite



 

    "Trabalhadores: todos os dias são de luta e de esperança!" Deputado Paulo Tadeu

 
 
Críticas a Arruda na TV
 

    As mensagens de Erika Kokay, Patrício, Chico Leite, Paulo Tadeu, Chico Vigilante, Geraldo Magela e Agnelo Queiroz estão sendo veiculadas pela TV. Os programas são uma forma de diálogo com a sociedade. Mais do que isso, são uma maneira de mostrar a firme oposição do PT ao Governo Arruda e de apresentar o partido como uma alternativa para o DF.
    Cada um deles tratou de um tema relevante para a população. Erika Kokay, por exemplo, criticou duramente o caos em que se encontra a Saúde do DF. “Com o maior orçamento do País, o DF ocupa o último lugar em saúde bucal e da família e o penúltimo em saúde da mental ”, lamentou a parlamentar. “Mas os empresários lucram como nunca”, enfatizou, citando os pagamentos às UTIs particulares e à administração do Hospital de Santa Maria, mesmo antes de a unidade ser parcialmente aberta.
    O deputado Patrício falou sobre Segurança Pública. Cobrou do governador a valorização dos profissionais – policiais e bombeiros – além de planejamento nas ações. Criticou também os postos policiais e o crescente aumento do avanço do tráfico de drogas. “As inserções do PT mostraram aos brasilienses que temos um projeto alternativo para o DF, bastante diferente do estabelecido pelo governador Arruda. Neoliberalismo e práticas do Estado Mínimo não fazem parte da nossa proposta”, garante o deputado Patrício, vice-presidente da Câmara Legislativa.
    Já o deputado Chico Leite falou dos problemas do Plano Diretor de Ordenamento Territorial (PDOT), sancionado na semana passada pelo governador Arruda. “A terra no DF, há anos, é usada como moeda eleitoreira e objeto de lucro nas mãos dos especuladores imobiliários”, denunciou. “As inserções políticas na televisão constituem um dos poucos instrumentos gratuitos que possibilitam a comunicação direta com os eleitores em períodos não eleitorais. Ao democratizar o processo político, as inserções auxiliam a população para exercer sua cidadania”, acredita Chico Leite.
    Paulo Tadeu criticou o fato de a Educação não ser prioridade para o Governo Arruda. “Quando é para aumentar impostos, como IPTU e IPVA, a lei serve. Mas para melhorar o salário do servidor, a lei não vale”, criticou, referindo-se à luta dos professores para que o Plano de Carreira seja respeitado.

 
 
Augusto Carvalho é convocado
para falar sobre a Saúde do DF
 

    As críticas sobre a Saúde no DF são unânimes. Hospitais lotados, número de profissionais insuficiente para atender à população, falta de medicamentos, estrutura sucateada, aparelhos quebrados. Trabalhadores e trabalhadoras passam horas na fila em busca de atendimento. O direito à Saúde, definitivamente, não é respeitado no DF.
   Para discutir todas essas questões, a Bancada do PT na Câmara Legislativa apresentou um requerimento para convocar o secretário de Saúde, Augusto Carvalho. O requerimento foi aprovado pela Comissão de Educação e Saúde na reunião de segunda-feira (27). Ele tem 30 dias para comparecer, a contar da data do recebimento da convocação. "Ele tem muito o que explicar", afirma a deputada Erika Kokay, referindo-se ao caos na Saúde e ao lucro exorbitante dos empresários.
    “Augusto Carvalho está há quase um ano na secretaria e nada mudou em sua gestão. Aliás, piorou. O descaso com a Saúde é visível. Como vice-presidente da Comissão de Educação e Saúde, tenho feito diversas visitas a hospitais e a situação é caótica. Será fundamental a vinda dele aqui para obtermos algumas respostas. Afinal, uma das funções do Poder Legislativo é fiscalizar o Executivo”, afirmou o deputado Patrício. “Todo agente público deve prestar contas à Câmara Legislativa, que tem o papel de fiscalizar as ações do Poder Executivo. Espero que o secretário Augusto Carvalho apresente à comissão informações e dados que auxiliem os deputados da Casa a contribuir com a melhora da Saúde do DF, que está caótica”, acrescentou o deputado Chico Leite.

 
 
Erika Kokay debate
terceirizações e saúde mental
 

    Na sexta-feira (24), o Centro de Cultura e Desenvolvimento do Paranoá (Cedep) sediou o Primeiro Debate para Discutir a Saúde do Paranoá. Entre os temas abordados, a terceirização do Hospital de Santa Maria e a falta de médicos e equipamentos no Hospital do Paranoá. Estiveram presentes representantes do Conselho Nacional de Saúde do Distrito Federal, da Associação Comercial, do Sinpro-DF, da Associação dos Idosos e do Centro de Saúde do Paranoá. A deputada Erika Kokay falou sobre a condição precária da saúde no DF, com excesso de gastos de recursos públicos para a contratação de UTIs particulares, e do processo de terceirização da Saúde, que não poderia ocorrer porque o atendimento na área é dever do Estado de finido na Constituição.
    Já a situação do Instituto de Saúde Mental do Distrito Federal (ISM/DF) foi tema de audiência pública realizada na quarta-feira (29), no Plenário da Câmara Legislativa, por iniciativa da deputada Erika Kokay. Para ela, o instituto, que já tem mais de duas décadas de existência, nasceu com a lógica do compromisso com a saúde mental, mas com o passar dos anos vem apresentando resultados cada vez mais precários. “O ISM não precisa ter apenas um número maior de profissionais, mas sim um nível de atenção primária. Queremos discutir uma política de saúde mental”, destacou.
    A deputada propôs à procuradora de Defesa do Cidadão, Maria Anaídes do Vale Siqueira Soub, a realização de audiência pública na sede do Ministério Público local, com representantes da sociedade civil, do governo local e da Câmara Legislativa. A procuradora aceitou a proposta e convocará a audiência.

 
 
 
Chico Leite denuncia mau uso
de recursos da Educação
 

     O deputado Chico Leite entrou com uma representação no Ministério Público de Contas do Distrito Federal (MPjTCDF) para que seja investigada a dispensa de licitação e a dupla contratação da Fundação Cesgranrio para executar o mesmo serviço: a implantação de um sistema de avaliação das instituições educacionais do DF. O GDF alega que a fundação apresentou preço menor do que a Universidade de Brasília, o que o dispensaria a licitação. A UnB, no entanto, afirma que nem foi consultada.
    Diante da falta de explicações sobre a necessidade de dupla contratação e da fragilidade dos argumentos apresentados na justificativa de dispensa de licitação, Chico Leite propõe ao Ministério Público a apuração rigorosa dos fatos. “Caso se confirmem, as irregularidades representarão inequívoca violação aos mais básicos preceitos norteadores da atuação da Administração Pública, uma vez que apontam para ocorrência de improbidade no uso de recursos públicos”, denuncia Chico Leite.

 
 
Deputados reconhecem a mobilização
dos professores
Arquivo
 
     A greve dos professores da rede pública terminou na manhã de terça-feira (28). A categoria decidiu, em assembléia geral, votar pelo fim do movimento, aceitando a proposta apresentada pelo GDF: conceder, até março de 2010, os 15,31% de reajuste ao qual os docentes têm direito legítimo. Devem ser pagos 5% em maio, com retroativo de 5% relativos a março e abril, que serão depositados em seis parcelas, até outubro. O governo se comprometeu ainda a fazer, em julho e em novembro, a revisão da receita tributária. Se ela superar o índice de 5%, o excedente será incorporado ao salário dos professores. O pagamento dos dias parados dependerá da reposição das aulas prejudicadas com a greve.
     A proposta foi aprovada por pouco mais da metade dos educadores presentes na assembléia. Embora tenha suspendido a paralisação, os professores da rede pública estão unidos na insatisfação com o governo Arruda, que atacou de forma desrespeitosa a categoria.
      A deputada Erika, que fez parte da comissão de negociação e participou de encontros com representantes do governo, destaca que, mesmo não sendo a proposta ideal, o acordo só foi fechado graças à mobilização da categoria. “Parabéns às professoras e aos professores pela mobilização, pela coragem, pela disposição de luta e, acima de tudo, por não se curvarem aos interesses deste governo neoliberal, que beneficia empresários e penaliza o povo e os trabalhadores e trabalhadoras, visando apenas o lucro”, concluiu a líder do PT na Câmara Legislativa.
     Paulo Tadeu esteve presente à assembléia e também parabenizou a categoria pela mobilização. "É preciso que o governo pare com discurso e priorize de fato a educação", afirmou.
     Leia a mensagem da deputada Erika Kokay em defesa dos professores.
 
 
Dias parados não devem ser cortados do salário
 
Marcos Wilson

    Chico Leite defendeu esta semana que o ponto dos professores que aderiram à greve seja abonado, evitando, dessa forma, mais prejuízos financeiros para a categoria. De acordo com o parlamentar, os demais deputados distritais deveriam se opor ao corte no ponto, anunciado pelo GDF, pois a paralisação foi motivada pelo descumprimento de lei 4.075/07, aprovada na Câmara Legislativa que garantiu um reajuste de 19,98% para os docentes. “É preciso abonar os pontos de uma paralisação absolutamente fundamentada num entendimento. Entendimento este extraído da boa-fé, porque, quando aprovamos o plano de carreira da categoria, os 24 deputados o assinaram, e o presidente desta Casa era o líder do governo”, salientou Chico Leite.

 
 
Bancada do PT apóia
mobilização de servidores do GDF
 
Assessoria
 

     Os deputados Erika Kokay, Patrício, Chico Leite e Paulo Tadeu demonstraram apoio aos servidores do GDF, da administração direta e indireta. Na manhã de terça-feira (28), eles participaram da primeira assembléia, no estacionamento do ginásio Nilson Nelson. Os trabalhadores decidiram dar prazo de 30 dias para negociação. Entre as principais reivindicações está o pagamento de perdas salariais e de benefícios já acertados com o GDF.
     “O governador Arruda está descumprindo acordos com diversas dessas categorias, assim como fez com os professores. Não podemos admitir mais um calote. É preciso que o trabalhador vá para a luta e assegure suas conquistas”, afirmou o deputado Patrício, no carro de som.
    O deputado Paulo Tadeu considera inaceitáveis as medidas que o Governo Arruda adota contra os servidores e disse que com a adoção de uma política de recessão o GDF está contribuindo para que a crise chegue à cidade. “O IBGE já demonstrou que dois terços da economia do Distrito Federal dependem dos servidores públicos. Deixar de corrigir os seus salários significa deixar a economia do DF paralisada. Caso o Governo Arruda não reveja sua posição, estará contribuindo para que os trabalhadores entrem em greve”, afirmou. Durante a assembléia foi aprovado, por unanimidade, indicativo de greve, além de uma pauta de reivindicação.

 
 
 
Aniversário de Brasília e valorização dos artistas locais em pauta na Câmara Legislativa
 

     A sessão ordinária da próxima quinta-feira (07) será transformada em Comissão Geral. Isso quer dizer que haverá mais tempo para discutir a programação da festa dos 50 anos de Brasília, em 2010, e garantir a participação de artistas locais na comemoração – ao contrário do que aconteceu este ano.
     O debate foi provocado por representantes do Fórum de Cultura do DF, que procuraram os deputados distritais que integram a Frente Parlamentar para pedir apoio na luta por mudanças na política cultural do Distrito Federal. Os artistas se queixam do tratamento que vem recebendo pelo Executivo e reclamam da política de divulgação da cidade. Os deputados Patrício e Paulo Tadeu representam o PT na Frente Parlamentar.
     “O GDF tem a Secretaria de Cultura e a BrasiliaTur. Dizia o governo que essas estruturas têm como objetivo incentivar o desenvolvimento da cultura e o que estamos observando é exatamente o inverso. Os artistas estão ficando isolados, excluídos dos principais eventos”, avalia Paulo Tadeu. “O vice-governador Paulo Octávio confirmou a presença. Será um debate importante, especialmente com a presença dele, pois o vice-governador é também o secretário de Economia e Turismo, o responsável pela BrasíliaTur e empresário da rede hoteleira”, destacou Patrício. Para o deputado, será fundamental assegurar a participação de artistas locais na comemoração de 2010. “Diferente deste ano, em que as estrelas foram artistas nacionais de alto cachê, precisamos valorizar os talentos que temos em Brasília”, completa o parlamentar, vice-presidente da Câmara Legislativa.
     "Há que se ter uma política cultural para o DF e valorizar quem faz cultura aqui", garante a deputada Erika Kokay. Na Comissão Geral, o assunto será discutido por parlamentares, artistas e produtores culturais do Fórum de Cultura do Distrito Federal, além de representantes da Secretaria de Cultura e da BrasíliaTur.

    Participe!
   Comissão Geral para discutir as festividades de comemoração dos 50 anos da inauguração de Brasília, dia 7 de maio (quinta-feira), às 15h, no Plenário da Câmara Legislativa.

 
 
PT defende artistas locais
 
   Graças à articulação da Bancada do PT, artistas locais têm espaço garantido em apresentações e shows de Brasília. Clique aqui e saiba mais sobre o projeto.
 
 
Proteção para crianças e adolescentes ameaçados de morte
 
Cláudio Maciel

     O Distrito Federal precisa de lei específica para incluir menores de idade no Programa de Proteção a Crianças e Adolescentes Ameaçados de Morte (PPCAAM), projeto coordenado pela Secretaria Especial de Direitos Humanos da Presidência da República. O assunto foi debatido durante audiência pública realizada quarta-feira (29), no Plenário da Câmara Legislativa, por iniciativa da deputada Erika Kokay. A parlamentar está à frente do grupo de trabalho que atuará na elaboração da lei. A primeira reunião técnica foi marcada para o próximo dia 7 de maio.
     Criado em 2003 pelo Governo Federal, o PPCAAM tem o objetivo de proteger crianças e adolescentes ameaçados de morte. Ele retira vítimas e suas famílias do local onde ocorre a violência e as insere em outras comunidades, providenciando ajuda de custo para alimentação e aluguel, acesso aos serviços públicos essenciais e a projetos de reinserção social, qualificação profissional e geração de emprego e renda. Os coordenadores do programa, no entanto, advertem que a mudança de vítimas e famílias é a última alternativa, quando não resta outra opção para resguardar a vida e a integridade física dos ameaçados e seus parentes.

 
 
 
 

Palestra da deputada Erika Kokay sobre Democratização da Informação
Data: sexta-feira, 08 de maio
Horário: 19h
Local: Faculdade Uniplan, de Taguatinga

A palestra será ministrada aos 180 alunos
dos cursos de Gestão de RH, Gestão Hospitalar, Marketing e Publicidade

 

Informativo digital da Liderança do PT - 12/2009
Reportagem: Ana Paixão, Bruno Sodré, Ísis Dantas,
Priscila Mesquita,
Karina Menezes e Sandra Turcato
Edição: Sandra Turcato - Design: Marcos Wilson
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